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	<title>Vagrant Bard &#187; Coluna Objection!</title>
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		<title>Objection! #4 &#8211; Jogos Curriculares</title>
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		<comments>http://vagrantbard.com/2009/08/20/jogos-curriculares/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 17:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Protasio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Originalmente publicado na &#8220;Coluna Objection!&#8221; do site eArena Games Nosso colunista mostra como os games tem (muito) a nos ensinar! Em janeiro (2009), Kotaku noticiou ao mundo uma iniciativa peculiar envolvendo dois elementos (aparentemente) muito distintos: aprendizagem e StarCraft. Foi confirmado que UC Berkley tinha uma aula sobre a &#8220;Arte Competitiva de StarCraft&#8220;. A classe [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=859&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.earenagames.com.br/colunistasmateria.php?id=936&amp;blogeiro=23&amp;mes=7&amp;ano=2009"><strong>Originalmente publicado na &#8220;Coluna Objection!&#8221; do site eArena Games</strong></a></p>
<p><em><span style="color:#000000;">Nosso colunista mostra como os games tem (muito) a nos ensinar!</span></em></p>
<p><em> </em></p>
<div id="attachment_844" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-844" href="http://vagrantbard.com/2009/07/18/curricular-games/starcraft_illustration_by_dannlord/"><img class="size-medium wp-image-844" title="Starcraft Illustration by dannlord" src="http://vagrantbard.files.wordpress.com/2009/07/starcraft_illustration_by_dannlord.jpg?w=300&#038;h=236" alt="StarCraft" width="300" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">StarCraft</p></div>
<p><span style="color:#000000;">Em janeiro (2009), Kotaku noticiou ao mundo uma</span> <a href="http://kotaku.com/5141355/competitive-starcraft-gets-uc-berkeley-class">iniciativa peculiar</a> <span style="color:#000000;">envolvendo dois elementos (aparentemente) muito distintos: aprendizagem e StarCraft. Foi confirmado que</span> <a href="http://berkeley.edu/">UC Berkley</a> tinha <span style="color:#000000;">uma aula sobre a</span> &#8220;<a href="http://www.berkeleystarcraft.com/">Arte Competitiva de StarCraft</a>&#8220;.</p>
<p><span style="color:#000000;">A classe concentra-se em aplicar o pensamento crítico, a tomada rápida de decisões, e a teoria da habilidade em jogos em uma análise aprofundada de como a teoria da guerra é conduzida dentro dos limites do jogo. Pré-requisitos incluem um conhecimento prático da estratégia de StarCraft e as leituras sugeridas são <em>A Arte da Guerra</em> de Sun Tzu e <em>Crazy as Me</em> por Lim Yo. Impressionante, não? Ver jogos serem tomados tão a sério entre um ambiente acadêmico. Verdade seja dita, os jogos eletrônicos surgiram como uma mídia do entretenimento, mas com o tempo os seus usos provaram ser muito mais variados.</span><img title="More..." src="http://vagrantbard.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-859"></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;">Embora surpreendente, utilizar recursos não convencionais em sala de aula não é novidade. Dickinson College provou como</span> <em><a href="http://www.escapistmagazine.com/articles/view/issues/issue_203/6097-Dont-Knock-the-Aztecs">Civilization IV<span style="font-style:normal;"> pode ensinar história</span></a></em> <span style="color:#000000;">e como WoW pode melhorar o seu alemão. Os cursos DeCal (que incluem a aula de StarCraft) estão disponíveis desde 2006 e sua</span> <a href="http://www.decal.org/courses/">variedade de temas é muito ampla</a>. <span style="color:#000000;">As opções variam de títulos como &#8220;James Bond: Política, Cultura Pop, Herói&#8221;, &#8220;O longo e tortuoso caminho: A História dos Beatles&#8221;, &#8220;Saia e Jogue: Projetando e Jogando Games fora de sala&#8221;, &#8220;<em>Sex and the City</em> e a Mulher Contemporânea&#8221;, e &#8220;A História da Terra Média&#8221;. Sem dúvida, cada uma dessas classes tem por objetivo educar os seus alunos. No entanto, sua estratégia parece ser muito mais eficaz que o ensino tradicional porque são tratados temas (relacionados a jogos ou não) que são de interesse do estudante. O nível de envolvimento é maior e o aprendizado se torna ainda mais fácil do que no</span> &#8220;<a href="http://www.edge-online.com/blogs/the-power-tangential-learning">Aprendizado Tangencial</a>&#8220;, <span style="color:#000000;">no qual o aluno tem de assumir o papel de um autodidata.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Sendo um escritor e game designer, outro curso me chamou atenção:</span> <a href="http://www.decal.org/720">Narrativa e Caracterização em <em>Games</em></a>. <span style="color:#000000;">O objetivo é aprofundar (ou iniciar) o estudo de jogos como uma mídia literária através da análise profunda e significativa de elementos como a interação humana, temas políticos e histórias cativantes que estão presentes nos jogos, mas são ignorados, devido ao fato de representarem uma nova e subestimada mídia. Entre muitos jogos, o curso tem como objetivo estudar Chrono Trigger, Portal, a série Silent Hill e da série Monkey Island.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<div id="attachment_845" class="wp-caption alignright" style="width: 241px"><a rel="attachment wp-att-845" href="http://vagrantbard.com/2009/07/18/curricular-games/okami_by_kzuya/"><img class="size-medium wp-image-845" title="Okami by Kzuya" src="http://vagrantbard.files.wordpress.com/2009/07/okami_by_kzuya.jpg?w=231&#038;h=300" alt="Okami" width="231" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Okami</p></div>
<p>Como a narrativa é basicamente o que me impulsiona a produzir trabalhos criativos e, dado o fato de que este curso destina-se ao estudo da narrativa através de jogos, eu não podia perder a oportunidade de falar com um dos organizadores, Robin Khamsi. Robin confirmou suas intenções de demonstrar os videogames como um meio de comunicação interpretável. Notando a muito importante, porém imperfeita, imagem estereotipada que prevalece atualmente, ele disse: &#8220;<em>No passado, videogames eram vistos como o passatempo de nerds e crianças, mas à medida que a tecnologia melhorou, nós começamos a ver um aumento nos videogames como arte. Okami se baseia fortemente na aquarela de estilo japonês, mas na realidade cria uma nova mídia através de seus elementos digitais e interativos &#8211; os jogadores podem realmente empunhar um pincel no jogo para criar pontes e outros objetos. Shadow of the Colossus veicula uma narrativa rica e emocional através dos seus elementos formais. Não há qualquer razão para que as regras da crítica literária ou cinematográfica não possam aplicar-se a estes títulos. Apenas ninguém tentou</em>&#8220;.</p>
<p><span style="color:#000000;">Como um defensor da liberdade de expressão para os jogos e, por conseguinte, uma maior compreensão da sociedade em nome daquilo que eles verdadeiramente representam, o meu pensamento acompanha a declaração de Khamsi: &#8220;<em>Videogames são tão prevalentes hoje em dia como qualquer outra mídia e ainda assim ninguém repara nos efeitos que eles estão tendo no discurso público. Claro, existem pais interessados e políticos preocupados com a possibilidade de que eles instiguem o próximo massacre escolar, mas se há o medo de que eles têm esse poder, então porque não são respeitados como um meio capaz de análise formal? Esperamos que a nossa turma tenha sido um dos primeiros passos para levar o jogo interativo para a esfera intelectual</em>&#8220;.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Os jogos são muito mais que uma mera forma de entretenimento, mas a menos que a eles seja dada a liberdade de se expressar, através do estudo, de temas maduros, e narrativas experimentais, o progresso não será visível para a sociedade como um todo. Há um grande vão entre a opinião de quem joga e quem não. No entanto, o cenário não é tão desesperador. Se jogos eletrônicos já estão sendo utilizados nas salas de aula, é só uma questão de tempo ante a sociedade leiga e a mídia não-especializada mudarem seus pontos de vista.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Certo?</span></p>
<br />Posted in Coluna Objection!, Games, Interviews/Entrevistas, Português  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vagrantbard.wordpress.com/859/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vagrantbard.wordpress.com/859/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vagrantbard.wordpress.com/859/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vagrantbard.wordpress.com/859/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vagrantbard.wordpress.com/859/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vagrantbard.wordpress.com/859/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vagrantbard.wordpress.com/859/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vagrantbard.wordpress.com/859/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vagrantbard.wordpress.com/859/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vagrantbard.wordpress.com/859/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vagrantbard.wordpress.com/859/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vagrantbard.wordpress.com/859/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vagrantbard.wordpress.com/859/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vagrantbard.wordpress.com/859/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=859&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Objection! #3 – Liberdade &#8220;Gaymer&#8221;</title>
		<link>http://vagrantbard.com/2009/05/23/objection-3-%e2%80%93-liberdade-gaymer/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2009 13:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Protasio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Originalmente Publicado em EArena Games O sexo muda a forma de jogar? Polêmico, Arthur Protasio insere o debate! Não é mistério que os jogos eletrônicos representam uma mídia universal. Há variados gêneros e diferentes histórias, cada um com seu público-alvo em mente. Há jogos infantis, há jogos de estratégia, há jogos curtos para os &#8220;casuais&#8221;, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=730&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://earenagames.com.br/colunistasmateria.php?id=725&amp;blogeiro=23&amp;mes=5&amp;ano=2009" target="_blank"><strong>Originalmente Publicado em EArena Games</strong></a></p>
<p><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:'Times New Roman';"><em><span style="color:#000000;">O sexo muda a forma de jogar? Polêmico, Arthur Protasio insere o debate!</span></em></span></p>
<p style="text-align:justify;">Não é mistério que os jogos eletrônicos representam uma mídia universal. Há variados gêneros e diferentes histórias, cada um com seu público-alvo em mente. Há jogos infantis, há jogos de estratégia, há jogos curtos para os &#8220;casuais&#8221;, assim como aquelas experiências de 60 horas que visam saciar o usuário sedento por RPG. Embora muitos dos grandes lançamentos comerciais sejam voltados para um público alvo masculino repleto de testosterona, um dos grandes marcos do entretenimento digital foi o icônico Mario. O jogo provou que qualquer pessoa, independentemente de ideologia, podia controlar o encanador bigodudo, desde mulheres, crianças até homens depois da meia idade.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="Over the Rainbow Achievement" src="http://img193.imageshack.us/img193/6145/60200065.jpg" alt="Over the Rainbow" width="308" height="198" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Over the Rainbow Achievement</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">O homossexualismo por sua vez nunca foi novidade na história do mundo. Comum e apoiada na Grécia, as relações entre homens eram incentivadas por criarem laços afetivos entre soldados e possuírem um fundamento estratégico. Isso foi, no entanto, há séculos e hoje em dia o entendimento é outro, especialmente em contato com uma mídia recente como a dos <em>games</em>. Sendo boa parte do público <em>hardcore</em> composta, até então, por homens entre seus 18 e 30 anos,  a maioria dos jogos voltados para o público ocidental &#8211; o conceito de masculinidade no oriente é diferente &#8211; exibe uma quantidade exagerada de sangue, tiros, explosões, sexo (heterossexual) e protagonistas que exalam segurança através de músculos e linguagem mal educada &#8211; Marcus Phoenix que o diga. Com o tempo, no entanto, esse quadro está se alterando. Não só há uma inserção maior de mulheres no meio, sejam como desenvolvedoras ou jogadoras, assim como uma abertura maior para o público não heterossexual. É ao menos o que o conteúdo de alguns jogos indicam.<span id="more-730"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Resquícios de liberdade de opção sexual estão espalhados pela mecânica de vários jogos. <em>Temple of Elemental Evil</em>, um RPG baseado em Dungeons &amp; Dragons, permitia que um certo NPC  (Non-Playable Character) masculino se casasse com um certo personagem do seu grupo, também masculino. <em>The Sims</em> não estabelecia objetivos explícitos &#8211; e talvez por isso tenha sido um dos jogos mais bem recebidos da história &#8211; de forma que se o jogador tentasse, ele iria descobrir que era possível formar um triângulo, quadrado ou pentágono amoroso entre quem quisesse, fossem pessoas de sexos diferentes ou não. O recente lançamento da Lionhead, <em>Fable 2</em>, permite que você participe de orgias, seja bígamo, hetero,  homo ou bisexual. <em>Bully</em> da Rockstar inclusive premia jogadores com um <a id="hdqx" title="achievement por beijar garotos" href="http://gaygamer.net/2008/03/achievement_unlocked_over_the.html"><em>achievement</em> por beijar garotos</a> . A desenvolvedora Bioware, por sua vez, possivelmente oferece os melhores exemplos com seus jogos guidados por narrativas, como <em>KOTOR </em>(Knights of the Old Republic), <em>Jade Empire</em> e <em>Mass Effect</em>. O primeiro, por exemplo, mostrou que o amor entre Jedis, em especial com Juhani, poderia ultrapassar as barreiras do preconceito. A mitologia chinesa e a ficção científica também apresentaram pontos de contato entre seres (<a id="v0t-" title="aparentemente" href="http://www.joystiq.com/2007/09/18/mass-effect-allows-lesbian-alien-sex-men-remain-vanilla/">aparentemente</a>) do mesmo sexo.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><img title="Gamertag RichardGaywood " src="http://img193.imageshack.us/img193/1261/75957200.jpg" alt="Gamertag RichardGaywood " width="306" height="160" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Gamertag RichardGaywood </dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">Contudo, nem tudo é um mar de rosas. Não importa o quanto pareça que os jogos entendem a definição de liberdade e deixem o jogador optar pelo caminho que quiser, o preconceito permanece fora do mundo virtual.  Polêmicas surgem, seja em função de ações defensivas ou a aplicação de regras que visam o melhor convívio em uma comunidade. Ao passo que existem sites voltados para jogadores homossexuais, como <a id="p3s7" title="GayGamer.net" href="http://gaygamer.net/">GayGamer.net</a> ou <a id="bsz." title="Gaymer.org" href="http://www.gaymer.org/">Gaymer.org</a>, há também fóruns que são fechados e contas que são canceladas por possuírem a palavra gay. Tal foi o infortúnio do jogador da rede Xbox Live, Richard Gaywood, que ao registrar seu nome real como sua <em>gamertag</em> teve a mesma <a id="felq" title="cancelada" href="http://kotaku.com/5010324/microsoft-explains-gaywood-ban">cancelada</a>. Uma outra usuária, por outro lado, escolheu escrever em seu perfil da Live que era lésbica. O ato resultou não somente em constante chacota por parte da comunidade, mas também na <a id="cp:v" title="suspensão da própria conta" href="http://www.escapistmagazine.com/news/view/89773-Microsoft-Apologizes-to-Gay-Gamers-Considers-Solutions">suspensão da própria conta</a>. A própria Bioware também passou por problemas quando um de seus <a id="yn-o" title="administradores afirmou nos seus fóruns" href="http://arstechnica.com/gaming/news/2009/04/bioware-only-we-can-create-gay-star-wars-characters.ars">administradores afirmou nos seus fóruns</a> que os termos &#8220;gay&#8221;, &#8220;lésbica&#8221; e &#8220;homossexual&#8221; não existiam na realidade <em>Star Wars</em>. Eventualmente o <a id="kp0q" title="tópico foi reaberto" href="http://www.swtor.com/community/showthread.php?t=26291&amp;page=6">tópico foi reaberto</a> e ninguém foi banido nesse caso, mas a atitude da desenvolvedora foi criticada por contradizer a política aberta de seus jogos.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui inicio minha opinião. Há um embate que claramente abrange a questão da liberdade na comunidade dos <em>gamers</em>. Por um lado há <a id="pvoq" title="teorias" href="http://www.joystiq.com/2006/11/02/playing-dirty-thats-so-gay/">teorias</a> &#8211; das quais eu profundamente discordo &#8211; de que todos os jogadores sejam homossexuais e que o &#8220;homofobismo&#8221; presente na comunidade é apenas uma forma de desviar a atenção. Outros afirmam que há a necessidade de se formar grupos para impedir que o próprio ódio de alguns jogadores heterossexuais se volte contra os outros homossexuais. Discordo também. Não há sentido em querer fragmentar o já pequeno, mesmo que crescente, nicho que os jogadores representam no mundo. Os <em>games </em>têm tremenda dificuldade em se apresentarem como mídia -  quiçá arte &#8211; para aqueles que desconhecem a sua existência e polêmicas como essas apenas geram más impressões perante o público externo. É importante que, assim como os próprios jogos evidenciam, todos tenham a liberdade de fazer suas opções pessoais (sejam elas sexuais ou não). A questão é: até que ponto é necessário mostrar em uma partida de <em>Halo 3</em> que determinado jogador prefere um determinado sexo? Deve se levar em conta também o jogo em discussão. A maturidade muitas vezes varia com o público e o conteúdo. É provável que discussões relativas à opção sexual sejam mais bem aceitas em um fórum de <em>The Sims</em> que <em>Call of Duty 4</em>. Todos têm direito ao seu espaço, mas nem todos questionam até onde a sua liberdade está interferindo com a de outros? Essas medidas de regulação são razoáveis? A exposição de informação e termos é relevante para a experiência jogável? Afinal, o que <strong>todos</strong> querem é jogar. Certo?</p>
<br />Posted in Coluna Objection!, Games, Português  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vagrantbard.wordpress.com/730/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vagrantbard.wordpress.com/730/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vagrantbard.wordpress.com/730/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vagrantbard.wordpress.com/730/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vagrantbard.wordpress.com/730/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vagrantbard.wordpress.com/730/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vagrantbard.wordpress.com/730/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vagrantbard.wordpress.com/730/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vagrantbard.wordpress.com/730/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vagrantbard.wordpress.com/730/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vagrantbard.wordpress.com/730/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vagrantbard.wordpress.com/730/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vagrantbard.wordpress.com/730/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vagrantbard.wordpress.com/730/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=730&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Objection! #2 &#8211; A Voz da Narrativa</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 13:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Protasio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Originalmente Publicado em EArena Games Em sua segunda coluna, Arthur Protasio mostra o valor de uma história bem contada! Senta, que lá vem história! Não é mistério que a narrativa nos games se tornou mais elaborada de anos atrás para cá. Não significa dizer que narrativas complexas são uma novidade, mas que a atenção dada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=680&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.earenagames.com.br/colunistasmateria.php?id=625&amp;blogeiro=23&amp;mes=4&amp;ano=2009">Originalmente Publicado em EArena Games</a></strong></p>
<p><em><span style="color:#000000;">Em sua segunda coluna, Arthur Protasio mostra o valor de uma história bem contada! Senta, que lá vem história!</span></em></p>
<div id="attachment_694" class="wp-caption alignleft" style="width: 273px"><a href="http://estrada.deviantart.com/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-694" title="Call of Duty 4 - Julio Estrada" src="http://vagrantbard.files.wordpress.com/2009/04/08dc23661d34202c.jpg?w=263&#038;h=300" alt="Call of Duty 4 by Julio Estrada" width="263" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Call of Duty 4</p></div>
<p style="text-align:justify;">Não é mistério que a narrativa nos games se tornou mais elaborada de anos atrás para cá. Não significa dizer que narrativas complexas são uma novidade, mas que a atenção dada a elas tem aumentado e a quantidade de jogos preocupados com a mesma também. Não mais são apenas os RPGs associados com a ideia de uma boa história ou experiência. Ocorre que apesar de todo esse quadro, ainda se acredita que a narrativa nos jogos eletrônicos tem muito o que aprender.</p>
<p style="text-align:justify;">É dito que os jogos eletrônicos, por representarem uma mídia recente, copiam outras, como o cinema. Alguns alegam que essa similaridade é positiva, pois permite que os jogadores vivenciem a ação no melhor estilo hollywoodiano. Outros, como Jonathan Blow (criador de Braid), afirmam que o forte dos jogos digitais é a interação e, se a mesma for suprimida em favor de uma história (que já não é boa), teremos o equivalente a filmes ruins.<span id="more-680"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Como &#8220;game designer&#8221;, eu entendo perfeitamente a desnecessidade de história em jogos. O entretenimento do jogador varia, na maioria das vezes, em função da jogabilidade. Afinal, muitos diriam, se você quer uma boa história &#8220;vá ler um livro&#8221;. Como escritor, eu desafio essa noção e busco alavancar esse potencial da narrativa nos jogos. Não há sentido em simplesmente destacar um pretexto (mal feito) para convencer o jogador de que ele precisa passar de fase. A solução é aliar essa narrativa à jogabilidade e criar uma experiência.</p>
<p style="text-align:justify;">A experiência coloca o jogador imerso em um cenário, não importa o quão surreal ou simplório for. Call of Duty 4 é um jogo que realiza isso. Uma campanha curta (em comparação com outros jogos no mercado) que conta uma história de guerra atual nada muito distante do que qualquer outro filme americano faria. O diferencial, no entanto, está na experiência. O fato de fazer parte de todas aquelas vitórias e tragédias como integrante, não apenas como espectador, dá um novo sentido à mais simples das tramas. Seja infiltrando uma cidade abadonada como um atirador de elite, fugindo de um navio prestes a afundar ou atirando os canhões de um avião, a sua perspectiva é totalmente diferente porque a jogabilidade conta histórias e a histórias faz parte da jogabilidade. Essa é, contudo, a minha opinião. Vejamos o que outros tem a dizer.</p>
<div id="attachment_695" class="wp-caption alignright" style="width: 243px"><a href="http://grantgoboom.deviantart.com/" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-695" title="The Force Unleashed - Grant Gould" src="http://vagrantbard.files.wordpress.com/2009/04/the_force_unleashed_by_grantgoboom.jpg?w=233&#038;h=300" alt="The Force Unleashed by Grant Gould" width="233" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">The Force Unleashed</p></div>
<p style="text-align:justify;">Em fevereiro de 2009 a WGA &#8211; (Writers Guild of America) premiou, por melhor escrita, o jogo Star Wars: The Force Unleashed. Significa dizer que entre os finalistas de 2008, Fallout 3, Tomb Raider: Underworld, Command &amp; Conquer 3 e Dangerous High School Girls in Trouble, o episódio 3.5 &#8211; a história se passa entre os episódios 3 e 4 da saga de Guerra nas Estrelas &#8211; foi o que mais se destacou. Já joguei Force Unleashed e concordo que tudo se encaixa muito bem no grande quebra-cabeça. A dublagem também faz um bom trabalho, mas apesar dos atributos, uma pergunta não cala: Será que o jogo foi premiado por roteiristas por se assemelhar mais a uma mídia que eles já conhecem? Afinal, estamos falando de uma franquia que começou em 1977 e é mundialmente conhecida. Seus personagens são íncones da cultura geek e para muitos isso apenas facilita o fortalecimento de um vínculo entre a mídia e o espectador ou usuário.</p>
<p style="text-align:justify;">No dia 25 de março, na Game Developers Choice Awards &#8211; o verdadeiro Oscar dos games, de desenvolvedores para desenvolvedores &#8211; dentre os finalistas Far Cry 2, Braid, Fallout 3, GTA4 e MGS4, Fallout 3 foi premiado. É difícil traçar um paralelo de critério com a premiação dos roteiristas porque apenas Fallout 3 &#8211; que por sinal também ganhou o prêmio de &#8220;melhor escrita&#8221; &#8211; está presente nos dois e significaria dizer que Force Unleashed não mereceu destaque para a GDCA. Seria essa discordância em função da busca por um jogo que promova maior interação entre jogabilidade e narrativa? Ou seria apenas em razão de um incentivo a novas franquias e histórias características da mídia dos jogos digitais? Braid foi considerado para muitos um dos melhores exemplos de jogos &#8220;artísticos&#8221; dos últimos tempos. Enquanto eu concordo que a narrativa é original e a mesma é intrínseca à jogabilidade &#8211; com destaque para o final -, acho que o jogo pecou em seus enigmáticos textos.</p>
<p style="text-align:justify;">Seria então um retrocesso elogiar o Force Unleashed? KOTOR também fazia parte do universo Star Wars e foi considerado uma obra prima. Ao mesmo tempo, será que elogiamos exemplos como Braid e Flower porque eles se propõe a criar uma experiência autêntica, ao passo que nos esquecemos do valor do arco narrativo clássico? Até que ponto as histórias dos jogos são criadas para trazerem novos jogadores e até que ponto se contentam em manter um pequeno nicho? Até onde a voz da narrativa nos jogos é uma adaptação de outras mídias e até que ponto ela é única?</p>
<br />Posted in Coluna Objection!, Games, Português  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vagrantbard.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vagrantbard.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vagrantbard.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vagrantbard.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vagrantbard.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vagrantbard.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vagrantbard.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vagrantbard.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vagrantbard.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vagrantbard.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vagrantbard.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vagrantbard.wordpress.com/680/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vagrantbard.wordpress.com/680/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vagrantbard.wordpress.com/680/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=680&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Objection! #1 &#8211; Introdução</title>
		<link>http://vagrantbard.com/2009/04/07/edicao-1-introducao/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 13:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Protasio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Originalmente Publicado em EArena Games Arthur Protasio, nosso mais novo colunista, apresenta a sua coluna e mostra a que veio! Atualmente, a quantidade de informação a que estamos sujeitos &#8211; com todo esse papo de globalização e digitalização &#8211; é absurda. Basta olhar para o lado e se deparar com uma manchete de jornal, um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=666&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a>Originalmente Publicado em EArena Games</a></strong></p>
<p><em>Arthur Protasio, nosso mais novo colunista, apresenta a sua coluna e mostra a que veio!</em></p>
<div id="attachment_726" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://2dforever.deviantart.com/"><img class="size-medium wp-image-726" title="Objection - Tom Waterhouse" src="http://vagrantbard.files.wordpress.com/2009/04/objection_by_2dforever.jpg?w=300&#038;h=178" alt="Objection!" width="300" height="178" /></a><p class="wp-caption-text">Objection!</p></div>
<p>Atualmente, a quantidade de informação a que estamos sujeitos &#8211; com todo esse papo de globalização e digitalização &#8211; é absurda. Basta olhar para o lado e se deparar com uma manchete de jornal, um anúncio ou as duas coisas repetidas por volta de trinta vezes, mas de maneira diferentes na internet. Não importa em qual site você entra ou o que você acessa; há informação para todo lado. É muito fácil concordar com tudo que nós vemos. É uma quantidade tão grande de afirmações que é perfeitamente normal não ter tempo ou discernimento para avaliar o que nos é oferecido. Assim, nós incorporamos verdades sem avaliar até que ponto concordamos com as mesmas. É justamente isso que eu quero evitar: a aceitação automática de dados.</p>
<p>Mas o que isso tudo tem a ver com essa coluna e, especialmente, com <em>games</em>?<br />
<span id="more-666"></span><br />
Assim como qualquer mídia em formação, os jogos eletrônicos estão crescendo e tomando voz própria. Scott McCloud, renomado estudioso da mídia das &#8220;Histórias em Quadrinhos&#8221;, disse que visava não finalizar, mas estimular o debate. Farei o mesmo aqui em relação a jogos. Através de comentários e opiniões fundadas é que atingimos um refinamento e melhor fundamentação. É assim que enxergamos os erros dos nossos discursos ou o porquê eles não são tão convincentes. É assim que destrinchamos a realidade e formamos os &#8220;gamers&#8221; brasileiros de hoje. Por isso, nada melhor que nomear essa coluna em homenagem ao ícone do debate e da contestação nos jogos. Phoenix Wright diria: <strong>Objection!</strong></p>
<p>Gritar &#8220;objeção&#8221; é fácil como apertar um botão, mas fundamentar o grito é o problema. Como discordar? Como fundamentar a sua objeção? Aliás, discordar de que? Dentre várias áreas de interesse que tangenciam os jogos eletrônicos, há duas que abordarei: <strong>Narrativa &amp; Cultura</strong>. São duas áreas de grande importância para a cena dos <em>games, </em>tanto no âmbito brasileiro como internacional. Assim sendo, é a respeito desses temas que você provavelmente discordará.</p>
<div id="attachment_727" class="wp-caption alignleft" style="width: 222px"><a href="http://patrickbrown.deviantart.com/"><img class="size-medium wp-image-727" title="Fallout 3 - Patrick Brown" src="http://vagrantbard.files.wordpress.com/2009/04/fallout_3_by_patrickbrown.jpg?w=212&#038;h=300" alt="Fallout 3" width="212" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Fallout 3</p></div>
<p>A narrativa &#8211; ou o &#8220;contar de histórias&#8221; &#8211; nos jogos têm se tornado cada vez mais importante. Ela nunca deixou de estar presente &#8211; no mínimo na sua forma emergente &#8211; mas ultimamente têm sido mais valorizada e, ao que tudo indica, é uma forte tendência. Não é só porque sou apaixonado por narrativa, escrevo ou me auto-intitulo \&#8221;bardo\&#8221;, mas porque há exemplos notáveis de jogos, como <em>Portal</em>, que nunca atingiriam o sucesso que têm se não fosse pelo suor de roteiristas atuando nos bastidores. Se você deixou o mundo de fantasia medieval adulta de <em>The Witcher</em>; as facetas da guerra de <em>Call of Duty 4; </em>o significado do tempo em <em>Braid;</em> a guerra fria se tornando quente em <em>World in Conflict;</em> o desfecho de uma lenda em  <em>Metal Gear Solid</em><em> 4;</em> a crítica social de <em>Grand Theft Auto 4</em>; e o impacto do holocausto nuclear em <em>Fallout 3</em> passarem em branco, pode ter certeza que a indústria não. Hoje em dia há categorias para premiar os jogos com melhor roteiro e todo um debate sobre o que seria a verdeira &#8220;voz&#8221; dos <em>games </em>em comparação com outras mídias. Logo, é uma importância que apenas cresce. Queira ou não, muitos jogos perderiam a personalidade se não fosse pela imersão que uma boa narrativa proporciona. É um elemento, que se bem aproveitado, só tem a acrescentar.</p>
<p>Se ainda assim você não se sentiu convencido e acha que <em>game </em>que é <em>game </em>não precisa de história &#8211; que eu por sinal até concordo -, provavelmente não tem como discordar do fênomeno cultural que os jogos representam hoje em  dia. Certo? Como não? Veja o jornal, temos notícias sobre <em>games </em>que dizem que agora temos novos cursos superiores de desenvolvimento de jogos sendo oferecidos pelo país. Temos dados da Abragames que afirmam que a indústria cresceu 30% do ano passado para esse. Praticamente todo evento de &#8220;Anime&#8221; do país conta com alguma ligação com jogos eletrônicos. Seja um palco de <em>Rock Band</em>, um Atari com <em>Pong</em> ou um PS2 com um jogo do <em>Naruto</em>. Nossas piadas fazem referências a jogos. O lançamento do <em>Street Fighter 4</em> traz a sensação de nostalgia e você ficou completamente estupefato quando proibiram o <em>Counter Strike </em>no Brasil. O mapa <em>CS_Rio</em> é um dos mais famosos &#8211; e polêmicos &#8211; e quer seja ilegal ou não, nós temos o Campeonato Brasileiro com narração do Galvão Bueno para <em>Winning Eleven</em>. Assim como o cinema, a música, as pinturas e os quadrinhos; os <em>games</em> representam a expressão cultural de (mais de) uma geração.</p>
<p>Essa é a finalidade desse espaço. Aqui eu irei expor minhas opiniões &#8211; fundamentadas, é claro -  sobre <strong>Cultura &amp; Narrativa nos Games</strong>. Abrirei espaço para discussão e, respeitando o bom senso, incentivo que você faça sua voz ser ouvida. Não tentarei te converter, mas apenas incentivarei a oportunidade para críticas, pois assim como afirmou Alan Watts, apenas espero que você curta o ponto de vista que eu curto.</p>
<br />Posted in Coluna Objection!, Games, Português  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vagrantbard.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vagrantbard.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vagrantbard.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vagrantbard.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vagrantbard.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vagrantbard.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vagrantbard.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vagrantbard.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vagrantbard.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vagrantbard.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vagrantbard.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vagrantbard.wordpress.com/666/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vagrantbard.wordpress.com/666/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vagrantbard.wordpress.com/666/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=666&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Objection! &#8211; Entrevista Arthur Protasio</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 13:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Protasio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Originalmente publicado no portal EArena Games Entrevista: Apresentando Arthur Protasio Por Márcio Filho &#8211; Direto do Rio de Janeiro Arthur Protasio. Quem está ligado no mercado já ouviu falar do nome dessa figura. Dono de uma escrita literária, cheia de referências &#8211; que também pode ser conferida no seu blog -, porém muita fluída e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=622&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.earenagames.com.br/noticiasinterna.php?id=478">Originalmente publicado no portal EArena Games</a></strong></p>
<p>Entrevista: Apresentando Arthur Protasio</p>
<p>Por Márcio Filho &#8211; Direto do Rio de Janeiro</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 282px"><img title="Little Computer People" src="http://farm1.static.flickr.com/103/300654059_1e473fcb1e.jpg" alt="Little Computer People" width="272" height="208" /><p class="wp-caption-text">Little Computer People</p></div>
<p>Arthur Protasio. Quem está ligado no mercado já ouviu falar do nome dessa figura. Dono de uma escrita literária, cheia de referências &#8211; que também pode ser conferida no seu blog -, porém muita fluída e descontraída, Protasio vem despontando no mercado como um dos grandes nomes para o roteiro. Com sua narrativa única e uma cultura que o permite navegar por diversos meios &#8211; e levar o leitor junto, em um divertido passeio &#8211; Protasio levará você, usuário do EArenaGames a refletir sobre diversas coisas que ocorrem no mundo dos games, trazendo curiosidades e histórias incríveis.</p>
<p>Arthur Protasio é o nosso mais novo colunista e para que vocês possam tomar conta de sua intimidade, entrevistamos o nosso mais novo membro da equipe!</p>
<p>Degustem sem moderação!<img title="More..." src="http://vagrantbard.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" border="0" alt="" width="1" height="1" /></p>
<p><span id="more-622"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Arthur, qual foi seu primeiro contato com os videogames?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p>Primeiro contato é uma precisão que eu não tenho como oferecer. Jogo desde pequeno, mas não saberia te dizer a partir de que idade. São lampejos de memórias que remontam momentos como usar um Apple com tela de fósforo verde ou ficar assoprando fitas do &#8220;Nintendinho&#8221; até finalmente conseguir jogar. Seria impossível relembrar o primeiro contato, mas quando eu era bem pequeno, costumava jogar Little Computer People para o Apple II. Era mais um brinquedo que um jogo, você via uma casa lateralmente e nela habitava um homem. Você digitava frases como &#8220;Go watch tv&#8221; e ele ia lá ver TV ou realizar outras atividades do cotidiano. Eu me divertia bastante com aquela ferramenta e anos depois enxerguei o potencial que ela tinha como um simulador de pessoas e vidas. Acontece que o Will Wright foi mais rápido, mas não tem erro: The Sims continha o legado de Little Computer People.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Cite um game que marcou a sua vida.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um? Impossível! Vários jogos marcaram minha vida, como por exemplo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Contra 3 marcou minha infância no que diz respeito à cooperação. Não era a única franquia com opção cooperativa na época &#8211; Streets of Rage e Altered Beast vieram antes e também eram ótimos &#8211; mas eu e um amigo meu, zerávamos o jogo no mínimo uma vez por semana. Elaborávamos altas estratégias e íamos da primeira a última fase nos divertindo muito. O que não é muito diferente do que faço em Left 4 Dead, por exemplo.</p>
<p style="text-align:justify;">No que diz respeito a RPGs, Planescape Torment e Raveloft: Stone Prophet foram geniais. O primeiro me marcou em função da história e a (grande) quantidade de texto bem escrito, já o segundo me impressionou pela sensação de liberdade. Era em primeira pessoa e a sua aventura começava assim que você era jogado em um deserto. A partir daí, você tinha de se virar. Tal qual em exemplos recentes como Oblivion e Fallout 3.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas liberdade não vem somente através de RPGs e eu preciso confessar que sou fã da série GTA. Desde o primeiro &#8211; inclusive tenho o CD amarelo que diz &#8220;O grande ladrão de carros&#8221; &#8211; jogo da série passei horas explorando a cidade e me divertindo com as rádios e o caos urbano, assim como tive o prazer de jogar o modo multiplayer &#8220;Fugitive&#8221; do GTA2. As novas versões de GTA não perderam seu charme, inclusive GTA4 é um dos meus jogos favoritos &#8211; pelos detalhes e história -, mas confesso que ao jogar o GTA do DS, sinto aquele gostinho de nostalgia (mesmo que o jogo seja inovador de várias outras formas).</p>
<p style="text-align:justify;">No que diz a estratégia, Dungeon Keeper era genial. Tanto pelo humor, como pela tática envolvida e a possibilidade de explorar o campo de batalha ou o seu calabouço como qualquer uma das suas próprias criaturas. Dungeon Keeper nos lembra Peter Molyneux e Peter Molyneux certamente me lembra Black &amp; White. Também um misto de estratégia com Tamagotchi e sem dúvida uma das melhores forma de estabelecer um vínculo com um personagem virtual. Nada é mais representativo do que a sua criatura do Black &amp; White &#8211; no meu caso era uma tartaruga. Depois de horas de dedicação e criação em modo single player, você leva seu &#8220;bichinho&#8221; para partidas multiplayer e vê se ela aprendeu a tacar fogo em aldeias inimigas e regar plantações das suas aldeias.</p>
<p style="text-align:justify;">Quanto a&#8230; Pensando bem, melhor parar por aqui.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sofreu preconceito em algum momento pelo fato de jogar videogames?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Claro. Não só por jogar como por falar há anos atrás &#8220;quero ser criador de jogos&#8221;. Alguns já me definiram como &#8220;um maluco que vai largar direito para fazer jogos&#8221;, embora isso não soe para mim como um insulto. O clássico estereótipo, no entanto, é aquele do nerd anti-social e nada popular (mesmo que você não fosse assim). Nunca fiquei triste porque era um dos últimos a ser escolhido para integrar o time de futebol, mas confesso que é irônico ver hoje em dia o nerds se tornando em geeks e ganhando toda uma conotação positiva em meio a esse cenário digital. Felizmente, o que antes eram para muitos, joguinhos que faziam barulhinhos toscos, hoje em dia são super produções de milhões de dólares com roteiros extensos e equipes gigantescas. É triste se pensarmos que é um interesse que se dá apenas em função do dinheiro, mas pelo menos é reconhecimento para a indústria.</p>
<div id="attachment_642" class="wp-caption alignright" style="width: 258px"><a href="http://vagrantbard.files.wordpress.com/2009/03/vagrant_bard_original_greyborder2.jpg"><img class="size-full wp-image-642" title="Vagrant Bard" src="http://vagrantbard.files.wordpress.com/2009/03/vagrant_bard_original_greyborder2.jpg?w=510" alt="vagrant_bard_original_greyborder2.jpg"   /></a><p class="wp-caption-text">Vagrant Bard</p></div>
<p style="text-align:justify;">Que fique bem claro &#8211; antes de mais nada &#8211; o meu interesse por narrativas e literatura. Se tomo gosto pelas histórias em jogos é porque antes vi muitos filmes e li vários livros que me mostraram a verdadeira &#8220;arte de contar histórias&#8221;. Em conseqüência, eu desenvolvi afinidade pela escrita e desde então escrevo contos, poesias, ensaios e por aí vai. O blog, nada mais é que um espaço para hospedar meu portfólio de obras (literárias ou não) e manifestar minha opinião. Ele não visa lucro nem publicidade. É um endereço que eu posso indicar para pessoas que queiram saber um pouco mais de mim, o que faço e o que penso.</p>
<p style="text-align:justify;">Vagrant Bard é o nome do blog. Significa o Bardo Vagante e representa basicamente o que eu  me considero ser. Um dos motivos para me identificar assim é porque busco mesclar diferentes mídias. Dessa forma, assim como os bardos de antigamente, eu me encarrego de transmitir histórias, &#8220;lendas&#8221; e poemas.  No entanto, atualmente, vivemos em tempos digitais e a arte que produzimos nunca fica estagnada em um lugar só. É através dessa lógica de &#8220;disseminação da arte&#8221; que eu me considero um bardo, produtor de arte, que vaga, pois a minha atuação não se limita a uma atividade específica. Posso atuar em determinado momento escrevendo contos, como poesias, roteiros ou editando um vídeo. O logo do blog, por sua vez, já transmite outra ideia, mas eu prefiro que o leitor absorva informação e tire suas próprias conclusões.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qual foi o sentimento ao receber o convite para o EArenaGames e o que os leitores podem esperar de sua coluna?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Um convite demonstra interesse e oportunidade, mas eu acredito que opotunidades para disseminar o conhecimento e a cultura não devem ser negadas. É exatamente isso que eu pretendo fazer na coluna. Promover discussões, com base em fatos e opiniões, para que outras pessoas possam concordar ou discordar do que é dito e formar suas próprias. Não acho que seja possível estar absolutamente certo sobre algo e por isso uma boa fundamentação é necessária. Na minha busca para aperfeiçoar a narrativa em sua forma interativa, nos games, eu pretendo  colocar esse assunto em pauta, trazendo informações sobre esse nicho pouco explorado. Ao mesmo tempo é inegável que os games representam uma expressão cultural de mais de uma geração. Negar isso seria deixar de lado várias questões que vão além do controle e da tela, por isso, esses temas também serão explorados. Narrativa &amp; Cultura nos games, não tem erro.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Arthur Protasio estreia sua coluna no próximo sábado, dia 21.03, com o nome de &#8220;Objection! &#8211; Debatendo a narrativa e cultura nos jogos eletrônicos -</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Não percam!</strong></p>
<br />Posted in Coluna Objection!, Games, Português  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vagrantbard.wordpress.com/622/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vagrantbard.wordpress.com/622/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vagrantbard.wordpress.com/622/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vagrantbard.wordpress.com/622/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vagrantbard.wordpress.com/622/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vagrantbard.wordpress.com/622/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vagrantbard.wordpress.com/622/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vagrantbard.wordpress.com/622/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vagrantbard.wordpress.com/622/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vagrantbard.wordpress.com/622/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vagrantbard.wordpress.com/622/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vagrantbard.wordpress.com/622/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vagrantbard.wordpress.com/622/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vagrantbard.wordpress.com/622/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=622&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Objection!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 13:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur Protasio</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.2279792' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='sameDomain' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' width='425' height='350' /></p>
<p style="text-align:justify;">No último sábado, dia 21 de março, teve início a minha coluna, &#8220;Objection!&#8221;.  Estreado por uma entrevista e uma edição introdutória, o espaço no portal <a href="http://www.earenagames.com.br/"><strong>EArena Games</strong></a>, é voltado para a discussão mensal de tópicos como a narrativa e cultura nos <em>games</em>. O nome da coluna não é resultado somente da minha graduação jurídica, mas especialmente em razão do icônico grito do personagem Phoenix Wright. Ninguém melhor que ele para representar o direito, o debate e a objeção nos jogos eletrônicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os assuntos abordados vão variar, desde questões polêmicas como proibições de jogos, assim como a presença de DRM nos mesmos, até outras questões mais técnicas como estratégias utilizadas para transmitir enredos e diálogos em jogos.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de ser uma coluna, eu incentivo o debate. Primeiro exponho meu entendimento, mas em seguida abro espaço para comentários. Não há qualquer tema que não possa ser aprimorado por uma boa argumentação. Logo, espero que os leitores tenham voz e façam bom uso dela para expor críticas e sugestões que possam contribuir para a formarção de uma consciência <em>gamer.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Assim como a coluna de <a href="http://vagrantbard.wordpress.com/category/games/coluna-indie-games-game-cultura/">Indie Games do Game Cultura</a>, o conteúdo da Objection! será disponibilizado aqui no <strong>Vagrant Bard</strong>. Acompanhe e comente.</p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações entre em contato comigo ou visite <strong><a href="http://www.earenagames.com.br/colunistasinterna.php?blogeiro=23">Objection!</a></strong>.</p>
<br />Posted in Coluna Objection!, Games, Português  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vagrantbard.wordpress.com/614/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vagrantbard.wordpress.com/614/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vagrantbard.wordpress.com/614/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vagrantbard.wordpress.com/614/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vagrantbard.wordpress.com/614/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vagrantbard.wordpress.com/614/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vagrantbard.wordpress.com/614/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vagrantbard.wordpress.com/614/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vagrantbard.wordpress.com/614/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vagrantbard.wordpress.com/614/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vagrantbard.wordpress.com/614/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vagrantbard.wordpress.com/614/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vagrantbard.wordpress.com/614/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vagrantbard.wordpress.com/614/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vagrantbard.com&amp;blog=3852097&amp;post=614&amp;subd=vagrantbard&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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