Smack My Bones Up

27 05 2011

Smack My Bones Up is a short “game-music video clip” I decided to create as a homage to the Mortal Kombat fighting series, the Mortal Kombat theme song, and The Prodigy. As a fan of the of all three, it was hard to resist not coming with something up after listening to the remix. In fact, I posted the video a response to the original remix, which is also available on Youtube. The main objective was to make a short video (between 1 and 2 minutes) comprised of Mortal Kombat 9 game footage in sync with the main beats of the song. I realized the high pitched scream from Prodigy’s Smack My Bitch Up would serve a nice cue for images of pain or characters screaming. However, since I didn’t plan on having Sindel screaming every 5 seconds, the x-ray combat moves served an ideal purpose. Not long after editing, the pun-like title came to mind and below you can check out the result. Let me know what you think and enjoy!

Smack My Bones Up é um curto “video clipe musical de jogo” que eu decidi criar como uma homenagem à série de jogos Mortal Kombat, à música tema do filme Mortal Kombat e à banda The Prodigy. Como um fã de todos os três, foi muito difícil escutar ao remix utilizado como faixa sonora e não pensar em alguma ideia. Inclusive, eu postei o vídeo como uma resposta ao remix original, que também está disponível no Youtube. O objetivo principal foi fazer um curto vídeo (entre 1 e 2 minutos) composto de cenas do jogo Mortal Kombat 9 sincronizadas com as principais batidas da música. Eu percebi que o grito agudo da faixa Smack My Bitch Up cairia muito bem com imagens de personagens sentindo dor ou gritando. No entanto, como eu não planejava ter a Sindel aparecendo a cada cinco segundos, me dei conta de que os golpes raio-x cumpririam essa meta de maneira ideal. Pouco depois de editar o vídeo, o título-trocadilho me veio à mente e abaixo você confere o resultado. Me diga o que achar e divirta-se!





Participação no Baixo Frente Soco: “Indie Games”

29 03 2011

Dessa vez foi o Bananixo que apareceu na imagem de divulgação em mais um episódio do podcast Baixo Frente Soco.

Dessa vez, no episódio 36, falamos sobre os jogos independentes!  Eu, Ninja Inimigo, Ilapso, Mestre Splinter, KillerAsus (vulgo, Bruno Baère do Pizza Frita) discutimos se no passado era mais fácil desenvolver jogos que hoje em dia, como é importante não ser flatulento no cotidiano e o que Minecraft tem de tão especial.

Fica aqui o meu agradecimento! Pra variar, foi um excelente prazer.

 

Escute e acompanhe o Baixo Frente Soco aqui.

Duração: 90 minutos independentes





LudoBardo: Mafia 2

15 03 2011

Dessa vez, no quarto episódio do LudoBardo, eu falo sobre o jogo Mafia 2.

Depois de analisar Far Cry 2, que é um ótimo exemplo de narrativa emergente, chegou a hora de analisar uma excelente experiência de narrativa embutida. Ao falar de Mafia 2 eu faço conexões com obras famosas do gênero como Poderoso Chefão e a série The Sopranos, mas também explico o que os filmes Tropa de Elite e os jogos Mafia têm em comum quando o assunto é identificação com um personagem.

Divirta-se, comente e critique! :)

Capiche?





Participação no Baixo Frente Soco: “O Horror de Sobreviver!”

19 02 2011

O filho pródigo retorna à casa. Só que nesse caso a casa é mais um episódio do podcast Baixo Frente Soco.

Dessa vez, no episódio 31, falamos sobre o gênero de survival horror dos jogos eletrônicos.  Eu, Ninja Inimigo, Ilapso, Mestre Splinter, Senhor da Eternidade e a Sociopata Digital (vulgo, Bebs do Girls of War) discutimos as distintas características do gênero e citamos vários jogos ilustram o ato de sentir medo e tensão.

Fica aqui o meu agradecimento e um incentivo para que todos curtam uma adrenalina saudável.

Escute e acompanhe o Baixo Frente Soco aqui.

Duração: muitos min de adrenalina saudável.





Ghouls Não Choram

11 02 2011

O conto que segue adiante foi elaborado para a “Promoção Conto Pós Apocalíptico” do blog Girls of War. Foi uma divertida oportunidade para escrever uma “fanfic” em até 4 mil caracteres (basicamente 1 página de word) sobre o universo da série Fallout. Contudo, por esse mesmo motivo, vale destacar que alguns termos podem ser desconhecidos àqueles que nunca jogaram ou não conhecem o universo da série, especialmente o cenário retratado no jogo Fallout 3. Os termos não traduzidos estão em negrito. Divirtam-se!

Desde a minha infância exibi potencial para desbravar as terras ermas. O fato de continuamente me esconder, de me mover velozmente e não fazer barulho são características que me acompanham desde que eu me entendo por gente. Quer dizer, eu e minha vila. Não foi nenhum espanto, portanto, quando me designaram como batedor. Há anos exerço essa função, e há anos corro o risco de morrer ao vasculhar o que restou das terras de meus antepassados por comida, ferramentas, armas e qualquer coisa que possa ser útil para a sobrevivência do meu povo.

Contudo, nem só de sobras vive o homem. Parte essencial da nossa motivação, conhecimento e entretenimento vem dos livros que arrumamos em nossas viagens. É inegável o fato de que aprendemos muito com essas compilações de papel marrom e tinta quase apagada. As histórias de como nossos antecendentes viviam em um mundo completamente diferente – sem água radioativa e garras-da-morte – sempre me intrigou. Não eram apenas momentos de escapismo, mas também de esperança, por serem obras que nos informavam de um mundo que os avós dos nossos pais conheceram, onde plantas eram capazes de crescer em variadas cores e a poeira não se infiltrava por qualquer fresta.

No entanto, ao passo que, em mim, os livros causavam a vontade de não arriscar minha vida passeando fora da vila, nos jovens os elaborados e fantásticos contos os deixavam apenas mais afoitos para se aventurar. Nossa biblioteca era reduzida, e as mesmas histórias, lidas repetidas vezes, continuamente inflamavam os espíritos de nossos filhos. Por isso, quando ouvi falar da existência de um suposto “livreiro” na região, não hesitei em procurá-lo. Era a peça chave para expandir o repertório de nossos leitores. Read the rest of this entry »





LudoBardo: Far Cry 2

7 02 2011

Dando continuidade ao LudoBardo, meu vlog de narrativa em jogo eletrônicos, lancei o terceiro episódio.

Agora, contando com os conceitos de narrativa emergente e embutida, eu analiso a narrativa do jogo Far Cry 2. Apliquei esses conceitos da narrativa criticamente e fiz uma comparação com o filme Diamante de Sangue (de 2006), que também se passa em um contexto de guerra civil em um país na África, e demonstra ser uma importante influência para o jogo.

Divirta-se, comente e critique! :)

This is Africa!





LudoBardo: Games e Narrativa

17 01 2011

Meu interesse por narrativa sempre foi evidente e crucial na minha vida.

Desde pequeno, sempre gostei de ouvir histórias. Originado na infância, esse hábito continuou comigo, e hoje – o que antes podia se resumir a “contos de fadas antes da hora de dormir” – se manifesta por meio de livros que leio, filmes a que assisto, jogos com os quais interajo e experiências que vivo. Junto com esse interesse por ouvir e descobrir novas histórias, sempre esteve meu envolvimento com jogos eletrônicos – e graças ao RPG (analógico) Dungeons & Dragons, conheci a figura do bardo. Pouco tempo depois, ainda na infância, veio a necessidade criativa de me expressar por meio de prosa, poesia e roteiros, e contar também as minhas histórias. Enfim, desempenhar o meu papel de Bardo.

Motivado por esses elementos que efetivamente uniram meu amor por narrativa com a minha paixão por jogos (e o “empurrãozinho” de alguns amigos), optei por criar um vlog dedicado à análise de narrativa em jogos eletrônicos. Para mim, os games representam experiências únicas, que despertam uma forte emoção equivalente às emoções vividas em outras mídias. Chegou a hora de mostrar por que não podemos dispensá-las.

Surge o LudoBardo. O lúdico fica por conta da minha persona jogadora e desenvolvedora, enquanto a narrativa fica por conta do Bardo. Todos os dois amparados por pesquisa.

Confira os dois primeiros episódio em que eu explico a distinção entre Narrativa Embutida e Narrativa Emergente, e como isso servirá para analisar jogos eletrônicos.

As partes são divididas, como o título mostra, entre teoria e prática. Acompanhe os próximos episódios no canal http://www.youtube.com/user/VagrantBard.








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