Objection! #3 – Liberdade “Gaymer”

23 05 2009

Originalmente Publicado em EArena Games

O sexo muda a forma de jogar? Polêmico, Arthur Protasio insere o debate!

Não é mistério que os jogos eletrônicos representam uma mídia universal. Há variados gêneros e diferentes histórias, cada um com seu público-alvo em mente. Há jogos infantis, há jogos de estratégia, há jogos curtos para os “casuais”, assim como aquelas experiências de 60 horas que visam saciar o usuário sedento por RPG. Embora muitos dos grandes lançamentos comerciais sejam voltados para um público alvo masculino repleto de testosterona, um dos grandes marcos do entretenimento digital foi o icônico Mario. O jogo provou que qualquer pessoa, independentemente de ideologia, podia controlar o encanador bigodudo, desde mulheres, crianças até homens depois da meia idade.

Over the Rainbow
Over the Rainbow Achievement

O homossexualismo por sua vez nunca foi novidade na história do mundo. Comum e apoiada na Grécia, as relações entre homens eram incentivadas por criarem laços afetivos entre soldados e possuírem um fundamento estratégico. Isso foi, no entanto, há séculos e hoje em dia o entendimento é outro, especialmente em contato com uma mídia recente como a dos games. Sendo boa parte do público hardcore composta, até então, por homens entre seus 18 e 30 anos,  a maioria dos jogos voltados para o público ocidental – o conceito de masculinidade no oriente é diferente – exibe uma quantidade exagerada de sangue, tiros, explosões, sexo (heterossexual) e protagonistas que exalam segurança através de músculos e linguagem mal educada – Marcus Phoenix que o diga. Com o tempo, no entanto, esse quadro está se alterando. Não só há uma inserção maior de mulheres no meio, sejam como desenvolvedoras ou jogadoras, assim como uma abertura maior para o público não heterossexual. É ao menos o que o conteúdo de alguns jogos indicam. Read the rest of this entry »

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