Palestra na Campus Party 2012 – A importância da comunidade em prol do cenário brasileiro

27 02 2012

Em seu décimo sexto episódio, o LudoBardo apresenta um episódio diferente. Dessa vez, a sua palestra da Campus Party 2012 entitulada “A importância da comunidade em prol do cenário brasileiro” que foi sobre o valor da mobilização da comunidade do setor dos jogos eletrônicos (acadêmica, desenvolvedora, entusiásta etc.) a favor da mídia no cenário brasileiro.

Para isso, Arthur abordou os três eixos de sua atuação profissional, as atividades da IGDA Rio e o Relatório de Investigação Preliminar: O Mercado Brasileiro de Jogos Eletrônicos, do CTS Game Studies.

Confira também a matéria do portal TechTudo que cobriu a palestra.

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LudoBardo na Campus Party!

7 02 2012

Na sexta-feira, 10/02, Arthur Protasio – vulgo, LudoBardo – participará da Campus Party com a palestra “IGDA Rio: Associação Internacional de Desenvolvedores de Jogos no Cenário Brasileiro” às 17:30h. O evento é um dos maiores do mundo em tecnologia e Internet e está em sua quinta edição brasileira, no Anhembi Parque, em São Paulo com um número recorde de 7 mil participantes.

A palestra apresentará as atividades da IGDA Rio, bem como o Relatório de Investigação Preliminar: O Mercado Brasileiro de Jogos Eletrônicos, do CTS Game Studies.

Mas não é só isso, o LudoBardo quer gravar um episódio especial com participantes voluntários e por isso está convocando todos que se interessarem! Confira!

Se gostar, não deixe de divulgar e participar via facebook, twitter ou youtube. Se não gostou, critique!





Estética dos games, narrativa, inovação e arte: Hermano Vianna fala sobre o LudoBardo no Globo

14 10 2011

A excelente coluna de Hermano Vianna (toda sexta-feira no jornal O Globo) é conhecida por sua abordagem versátil e informativa em relação a tudo que tem a ver com cultura e inovação.

Diante disso, falar que fiquei lisonjeado é quase um eufemismo, quando, hoje, me deparei com o texto do antropólogo que não só citou meu trabalho com o videolog LudoBardo, mas também revelou ser um espectador. É gratificante saber que os episódios estão sendo reconhecidos pelo seu compromisso com uma reflexão crítica em relação aos jogos e suas narrativas. Afinal, o objetivo é estimular o pensamento crítico em relação a uma mídia que muita gente consome, mas ainda não reconhece como cultura e arte: o jogo.

Aliás, sobre esse assunto, o próprio Hermano já escreveu: “Game é Cultura“.

Abaixo segue um trecho que transcrevi da coluna publicada no Segundo Caderno do jornal O Globo:

Falando em clipes: todo mundo sabe que sua linguagem (clipada?) também foi sampleada em muitos outros territórios audiovisuais. O uso que considero mais promissor foi aquele apelidado de “nub” por Charlie Tims, pesquisador de novas tendências da comunicação. Nub é o videoclipe que divulga não uma música, mas uma ideia: pode ser explicação filosófica, aula de física, manifesto político. A internet está cheia de experiências nesse sentido. Descobri recentemente e atrasado o blog LudoBardo (www.vagrantbard.com), do Arthur Protasio, dedicado a “narrativa, games e arte”, onde há excelentes exemplos de como pequenos vídeos podem condensar uma quantidade enorme de ideias de forma divertida.

Já conhecia o trabalho do Arthur no Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV carioca, onde coordena o grupo de estudos sobre games. Mas nem imaginava que ele possuía também um avatar de apresentador de TV nerd, especializado em desbravar a área pouco explorada da análise de jogos eletrônicos a partir de seus elementos propriamente narrativos. No LudoBardo, desde o início de 2011, Arthur já publicou oito vídeos, cada um com cerca de dez minutos de duração. Parece pouco, mas quando prestamos atenção na quantidade de imagens editadas (muitas vezes uma para cada palavra chave) podemos ter noção do número de horas necessárias para sua edição, sem falar em pesquisa e roteiro. O resultado já é uma das mais sérias (sem perder a diversão jamais) reflexões sobre a estética dos games, que pode ser útil para jogadores ou para quem quer investigar os caminhos mais populares da arte contemporânea.

(Fonte: O Globo – Página 2 do Segundo Caderno. 14 de outubro de 2011)





O Globo: O Novo Jogo da Música

15 08 2011

Recentemente fui entrevistado pelo jornalista Leonardo Lichote para uma matéria sobre “Músicas de Jogos”.

A matéria foi publicada hoje, segunda-feira 15/08, no Segundo Caderno do jornal O Globo e está disponível a seguir:

No princípio, eram quatro notas. Mas nenhum jogador do clássico “Space invaders” (1978), primeiro game a ter uma música de fundo contínua, deixava de notar a melodia ganhando rapidez conforme os alienígenas se aproximavam, adicionando tensão à experiência. Hoje, é mais difícil ainda não se dar conta da importância das trilhas sonoras dos jogos eletrônicos, que se afirma em termos financeiros – o mercado de games deve movimentar US$ 74 bilhões em 2011, segundo a empresa de tecnologia e consultoria Gartner Inc. – e artísticos – a canção “Baba yetu”, composta para “Civilization 4”, ganhou um Grammy este ano, o primeiro para uma música de game; e vários autores renomados de trilhas para cinema, como Danny Elfman e Clint Mansell (“Cisne negro”), trabalham também com jogos.

E, num momento de indefinição dos rumos da indústria fonográfica, vale notar que muitos garotos que amam os Beatles neste início de século XXI chegaram às suas canções via “Beatles: Rock band”, e que o Aerosmith ganhou com “Aerosmith: Guitar hero” mais dinheiro que com qualquer um de seus álbuns – que, aliás, tiveram um aumento de vendas de 40% com o lançamento do game. Read the rest of this entry »








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