Palestra na Campus Party 2012 – A importância da comunidade em prol do cenário brasileiro

27 02 2012

Em seu décimo sexto episódio, o LudoBardo apresenta um episódio diferente. Dessa vez, a sua palestra da Campus Party 2012 entitulada “A importância da comunidade em prol do cenário brasileiro” que foi sobre o valor da mobilização da comunidade do setor dos jogos eletrônicos (acadêmica, desenvolvedora, entusiásta etc.) a favor da mídia no cenário brasileiro.

Para isso, Arthur abordou os três eixos de sua atuação profissional, as atividades da IGDA Rio e o Relatório de Investigação Preliminar: O Mercado Brasileiro de Jogos Eletrônicos, do CTS Game Studies.

Confira também a matéria do portal TechTudo que cobriu a palestra.

Se gostou, não deixe de divulgar e participar via facebook, twitter ou youtube.

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Global Game Jam 2009

3 02 2009

Neste fim de semana, do dia 30 de janeiro a 1º de fevereiro, aconteceu o Global Game Jam. O evento foi realizado pela primeira vez no mundo inteiro, em mais de 20 países, propondo uma maratona de desenvolvimento de jogos eletrônicos (games). No Brasil, as regiões de Rio de Janeiro, Recife e São Carlos participaram. Equipes de até 3 membros contaram com um prazo de 48 ininterruptas horas para entregar um jogo pronto no domingo.

A abertura do evento,  na Universidade Federal Fluminense (UFF) no estado do do Rio de Janeiro,  contou com instruções vindas de um dos organizadores do evento, Esteban Clua, uma palestra lúdica com uma visão geral do processo de desenvolvimento de um jogo, por Guilherme Xavier, e um informativo vídeo (vide abaixo) da IGD, apresentado pelo Kyle Gabler, com dicas para desenvolver o jogo em curto prazo.

Durante o evento foi incentivado o uso de software livre, embora as equipes pudessem usar seus próprios computadores e softwares de preferência. As máquinas da instituição contavam com acesso à internet e recursos como Blender, Gimp e Java. Todos jogos foram obrigatoriamente desenvolvidos em XNA (Framework da Microsoft) e estão disponíveis gratuitamente, por categoria, no site oficial do evento, que está licenciado em Creative Commons.

A título de opinião, o evento pode representar várias coisas para várias pessoas. Para mim, é uma divertida, porém desesperadora forma de colocar a mão na massa e aprender como as coisas funcionam na prática (em um prazo muito reduzido). Isso foi reforçado no evento e eu faço questão de apoiar, é o momento de exercer a lógica “indie” da criatividade experimental, não a clássica fórmula implementada em lançamentos milionários.

Não pude participar dessa vez, mas ano que vem eu garanto perder meu sono. :)

Para quem perdeu, abaixo segue o keynote de apresentação:








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