LudoBardo: But That Was Yesterday

15 08 2011

Dessa vez, no sexto episódio do LudoBardo, eu falo sobre o jogo But That Was Yesterday.

Você vai descobrir porque esse simples jogo independente em flash é uma excelente experiência para causar a reflexão por parte do jogador. Fica a recomendação para quem achar que os jogos se resumem a “mecânicas de combate“.

Não deixe de divulgar e participar respondendo à pergunta e dando like (seja via facebook, twitter ou youtube).

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Entrevista: Capoeira Legends e Guilherme Xavier

13 10 2009

Entrevista originalmente publicada no site Game Cultura

Arthur Protasio e Guilherme Xavier

Arthur Protasio e Guilherme Xavier

No dia 09 de outubro, sexta-feira passada, aconteceu o Prêmio Nave da Oi Futuro. Uma premiação vinculada ao Simpósio Brasileiro de Jogos Eletrônicos (SB Games 2009) e dedicada ao reconhecimento dos jogos nacionais. Capoeira Legends, da Donsoft,  foi premiado quarto vezes, por Melhor Jogo, Melhor Game Design, Melhor Arte e Melhor Narrativa. Guilherme Xavier, como diretor de Artes e Design e parte da equipe, subui ao palco para falar sobre como um jogo inteiramente brasileiro, fruto do cenário independente, permite que o jogador controle o capoeira e escravo Gunga Za em sua histórica aventura. O resultado é uma mescla da história brasileira com influências da jogabilidade de jogos atuais. É também o primeiro jogo action/adventure de capoeira e uma produção pioneira no mercado brasileiro que ousou mostrar o potencial que as terras tupiniquins possuem.

Arthur Protasio: Guilherme, antes de mais nada, obrigado por essa oportunidade.

Guilherme Xavier: Eu que agradeço.

AP: Para que os leitores possam conhecer melhor quem está falando,  diga idade, nacionalidade e profissão.

GX: 30 anos e brasileiro. Profissão? Melhor, profissões: Professor por atuação teórica, Designer por formação acadêmica, Ludólogo por empenho de pesquisa e Empresário por oportunidade de realizações. Read the rest of this entry »





Global Game Jam 2009

3 02 2009

Neste fim de semana, do dia 30 de janeiro a 1º de fevereiro, aconteceu o Global Game Jam. O evento foi realizado pela primeira vez no mundo inteiro, em mais de 20 países, propondo uma maratona de desenvolvimento de jogos eletrônicos (games). No Brasil, as regiões de Rio de Janeiro, Recife e São Carlos participaram. Equipes de até 3 membros contaram com um prazo de 48 ininterruptas horas para entregar um jogo pronto no domingo.

A abertura do evento,  na Universidade Federal Fluminense (UFF) no estado do do Rio de Janeiro,  contou com instruções vindas de um dos organizadores do evento, Esteban Clua, uma palestra lúdica com uma visão geral do processo de desenvolvimento de um jogo, por Guilherme Xavier, e um informativo vídeo (vide abaixo) da IGD, apresentado pelo Kyle Gabler, com dicas para desenvolver o jogo em curto prazo.

Durante o evento foi incentivado o uso de software livre, embora as equipes pudessem usar seus próprios computadores e softwares de preferência. As máquinas da instituição contavam com acesso à internet e recursos como Blender, Gimp e Java. Todos jogos foram obrigatoriamente desenvolvidos em XNA (Framework da Microsoft) e estão disponíveis gratuitamente, por categoria, no site oficial do evento, que está licenciado em Creative Commons.

A título de opinião, o evento pode representar várias coisas para várias pessoas. Para mim, é uma divertida, porém desesperadora forma de colocar a mão na massa e aprender como as coisas funcionam na prática (em um prazo muito reduzido). Isso foi reforçado no evento e eu faço questão de apoiar, é o momento de exercer a lógica “indie” da criatividade experimental, não a clássica fórmula implementada em lançamentos milionários.

Não pude participar dessa vez, mas ano que vem eu garanto perder meu sono. :)

Para quem perdeu, abaixo segue o keynote de apresentação:





Indie Games: Auditorium

24 01 2009

Inicialmente recomendado há alguns meses atrás por minha amiga Bruna Torres, Auditorium, é mais um jogo independente. Não mais um jogo qualquer, mas mais uma experiência agradável e diferente. Mais uma forma de “quebrar a cabeça” e se divertir ao mesmo tempo.

O que eu posso definir como uma sensação calma e musical de se resolver quebra cabeças, me lembra de várias formas outras criações como Lumines (do Tetsuya Mizuguchi), Synaesthete da DigiPen e até um pouco de Geometry Wars 2 (da Bizarre Creations) visualmente.

Enquanto a versão final não é lançada, aproveite essa mistura surreal de flOw com correntes neons. Para jogar, comece clicando aqui.

Caso tenha interesse em saber mais sobre a desenvolvedora Cipher Prime, confira a entrevista realizada (no link abaixo).

Fonte: The Escapist








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