The Battle For Brazil’s Game Future – Feature Article by Arthur Protasio at Gamasutra

18 10 2011

On the 13th of october, the well-know and respected website, Gamasutra, published an article I wrote about the Brazilian games industry. As coordinator of the R&D project, CTS Game Studies, and IGDA Rio de Janeiro chapter leader, I put together a piece that analyses the connection between games, the market, and freedom of speech in Brazil.

Although progress is evident that games are growing as a medium, the article goes into detail regarding the impact of judicial decisions, anti-game legislative bills, and the government-run age rating system. Aspects debated include the current perception of games in the country and specific cultural and economic challenges that keep games from being recognized as a vital medium in the developing economy.

The discussion is intrinsically related to the importance of  games legally classifying as art, as well as the influence of narrative, and how all of this affects sales and the development of the the Brazilian games market.

The publishing of this article is very important due to the international exposure of the Brazilian scenario and future developments can only arise through the dissemination of information.

You can read my article here: The Battle For Brazil’s Game Future or download the pdf file.

Advertisements




O Relaxamento do DRM

5 01 2011

Se você já ouviu falar sobre o DRM irritante da Ubisoft, sabe como é inconveniente ter que estar conectado à internet para jogar títulos como Splinter Cell Conviction e Assassins’ Creed 2 no computador.

Pois é, usuários foram jogar e descobriram que o sistema não mais estava exigindo uma conexão permanente com os servidores da Ubisoft. Logo, parece que a empresa finalmente se deu conta da má ideia que é “fiscalizar” o consumidor dessa forma e removeu a necessidade de uma conexão permanente com a internet para jogar seus títulos. Será?

Um dos representantes da Ubisoft disse ao site Gamastura: “Não teríamos construído [o sistema] se soubéssemos que ele realmente irritaria os jogadores”, o que é uma frase muito cínica, pois nos leva a acreditar que a empresa não antecipou em momento algum a ira de seus clientes com essa medida. Ainda assim, se esse fosse realmente o fim, estaria tudo bem.

Evidência de que isso tudo não está resolvido é flagrante: Você ainda precisa autenticar o jogo online quando rodá-lo pela primeira vez em uma máquina. Se você comprou via Steam, isso até é aceitável porque a plataforma em si já é um DRM (embora mais amigável) e todos os jogos são distribuídos digitalmente; mas e o usuário que comprou uma cópia física na loja? A troco de uma inconveniência e um suposto controle sobre o consumidor, a distribuidora perde a oportunidade de cativá-lo e realmente merecer seu dinheiro e fidelidade.

Pelo menos agora eu posso jogar Splinter Cell Conviction sem o jogo ficar travando.








%d bloggers like this: