LudoBardo: O final de Mass Effect 3 e a monetização de narrativas

6 04 2012

Em seu décimo oitavo episódio, o LudoBardo discute o decepcionante final da trilogia Mass Effect e a polêmica que surge a partir da insatisfação dos consumidores, a resposta da desenvolvedora Bioware e como isso pode impactar futuros modelos de negócio a ver com a monetização de narrativas na indústria dos jogos.

Esse episódio é inteiramente livre de qualquer material que possa estragar a narrativa para quem não jogou a trilogia (vulgo, spoilers), mas um futuro episódio irá discutir em detalhes porque os finais de Mass Effect 3 foram tidos como sinônimo de falta de coesão e uma grande decepção. Abaixo seguem referências a artigos que também discutem o controvertido tópico.

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Material de Apoio:

Bioware anuncia lançamento de “Mass Effect 3 Extended Cut”

Forbes diz que mudança do final não afeta a integridade artística do jogo

Roteirista de Mirror’s Edge e Heavenly Sword discorda da postura da Bioware

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LudoBardo: Jogos de Luta e a Supremacia Emergente – Bushido Blade e EVO 2004

22 11 2011

Dessa vez, no décimo episódio do LudoBardo, eu apresento a última parte da mini-série sobre as histórias nos jogos de luta.

Essa fase é focada na supremacia da narrativa emergente, ou seja, o grande diferencial dos jogos de luta e como a participação do jogador é importante para criação de histórias únicas. Para isso, o LuchaBardo faz uma particpação especial e ilustra jogos, dentre eles Bushido Blade, e uma luta particular da EVO de 2004 como exemplos de experiências marcantes.

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Estética dos games, narrativa, inovação e arte: Hermano Vianna fala sobre o LudoBardo no Globo

14 10 2011

A excelente coluna de Hermano Vianna (toda sexta-feira no jornal O Globo) é conhecida por sua abordagem versátil e informativa em relação a tudo que tem a ver com cultura e inovação.

Diante disso, falar que fiquei lisonjeado é quase um eufemismo, quando, hoje, me deparei com o texto do antropólogo que não só citou meu trabalho com o videolog LudoBardo, mas também revelou ser um espectador. É gratificante saber que os episódios estão sendo reconhecidos pelo seu compromisso com uma reflexão crítica em relação aos jogos e suas narrativas. Afinal, o objetivo é estimular o pensamento crítico em relação a uma mídia que muita gente consome, mas ainda não reconhece como cultura e arte: o jogo.

Aliás, sobre esse assunto, o próprio Hermano já escreveu: “Game é Cultura“.

Abaixo segue um trecho que transcrevi da coluna publicada no Segundo Caderno do jornal O Globo:

Falando em clipes: todo mundo sabe que sua linguagem (clipada?) também foi sampleada em muitos outros territórios audiovisuais. O uso que considero mais promissor foi aquele apelidado de “nub” por Charlie Tims, pesquisador de novas tendências da comunicação. Nub é o videoclipe que divulga não uma música, mas uma ideia: pode ser explicação filosófica, aula de física, manifesto político. A internet está cheia de experiências nesse sentido. Descobri recentemente e atrasado o blog LudoBardo (www.vagrantbard.com), do Arthur Protasio, dedicado a “narrativa, games e arte”, onde há excelentes exemplos de como pequenos vídeos podem condensar uma quantidade enorme de ideias de forma divertida.

Já conhecia o trabalho do Arthur no Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV carioca, onde coordena o grupo de estudos sobre games. Mas nem imaginava que ele possuía também um avatar de apresentador de TV nerd, especializado em desbravar a área pouco explorada da análise de jogos eletrônicos a partir de seus elementos propriamente narrativos. No LudoBardo, desde o início de 2011, Arthur já publicou oito vídeos, cada um com cerca de dez minutos de duração. Parece pouco, mas quando prestamos atenção na quantidade de imagens editadas (muitas vezes uma para cada palavra chave) podemos ter noção do número de horas necessárias para sua edição, sem falar em pesquisa e roteiro. O resultado já é uma das mais sérias (sem perder a diversão jamais) reflexões sobre a estética dos games, que pode ser útil para jogadores ou para quem quer investigar os caminhos mais populares da arte contemporânea.

(Fonte: O Globo – Página 2 do Segundo Caderno. 14 de outubro de 2011)





LudoBardo: Jogos de Luta e Sucessos Embutidos

29 09 2011

Dessa vez, no oitavo episódio do LudoBardo, eu continuo falando sobre as histórias nos jogos de luta.

Essa segunda parte é focada nos sucessos embutidos, ou seja, os jogos de luta que têm bons roteiros e fazem decente integração com a mecânica de jogo – ou jogabilidade, se preferir. Eu ilustro esse cenário com alguns exemplos, como os jogos Mortal Kombat, Fight Night Champion e Def Jam: Fight for NY.

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LudoBardo: Jogos de Luta e Fracassos Embutidos

22 08 2011

Dessa vez, no sétimo episódio do LudoBardo, eu falo sobre as histórias nos jogos de luta.

Essa primeira parte é focada nos fracassos embutidos. Nela eu explico porque muitos jogos de luta possuem péssimas narrativas embutidas e ilustro este cenário com alguns exemplos do jogo Street Fighter 4.

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LudoBardo: But That Was Yesterday

15 08 2011

Dessa vez, no sexto episódio do LudoBardo, eu falo sobre o jogo But That Was Yesterday.

Você vai descobrir porque esse simples jogo independente em flash é uma excelente experiência para causar a reflexão por parte do jogador. Fica a recomendação para quem achar que os jogos se resumem a “mecânicas de combate“.

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LudoBardo: Divagações sobre Combate

2 06 2011

Dessa vez, no quinto episódio do LudoBardo, eu falo sobre o mecânicas de combate.

Explico porque muitos jogos acabam se tornando genéricos ao simplesmente reprisarem diferentes (ou as mesmas) formas de combate. Revelo porque muitas vezes os jogos que exploram variadas possibilidades narrativas são aqueles que enxergam além do combate e oferecem soluções alternativas.

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