LudoBardo: Fase Bônus 1 – Cultura, O Globo, Catherine, Comentários e Indicação de Leitura

20 10 2011

Dessa vez, no nono episódio do LudoBardo, eu apresento um episódio bônus.

Esse novo formato foi criado para gerar uma periodicidade no canal e abrir espaço para resposta a comentários dos usuários, indicação de leitura teórica e quaisquer outras recomendações e breves debates. Contudo, vale lembrar que é principalmente um experimento e está sujeito a modificações a partir de sugestões e críticas.

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Estética dos games, narrativa, inovação e arte: Hermano Vianna fala sobre o LudoBardo no Globo

14 10 2011

A excelente coluna de Hermano Vianna (toda sexta-feira no jornal O Globo) é conhecida por sua abordagem versátil e informativa em relação a tudo que tem a ver com cultura e inovação.

Diante disso, falar que fiquei lisonjeado é quase um eufemismo, quando, hoje, me deparei com o texto do antropólogo que não só citou meu trabalho com o videolog LudoBardo, mas também revelou ser um espectador. É gratificante saber que os episódios estão sendo reconhecidos pelo seu compromisso com uma reflexão crítica em relação aos jogos e suas narrativas. Afinal, o objetivo é estimular o pensamento crítico em relação a uma mídia que muita gente consome, mas ainda não reconhece como cultura e arte: o jogo.

Aliás, sobre esse assunto, o próprio Hermano já escreveu: “Game é Cultura“.

Abaixo segue um trecho que transcrevi da coluna publicada no Segundo Caderno do jornal O Globo:

Falando em clipes: todo mundo sabe que sua linguagem (clipada?) também foi sampleada em muitos outros territórios audiovisuais. O uso que considero mais promissor foi aquele apelidado de “nub” por Charlie Tims, pesquisador de novas tendências da comunicação. Nub é o videoclipe que divulga não uma música, mas uma ideia: pode ser explicação filosófica, aula de física, manifesto político. A internet está cheia de experiências nesse sentido. Descobri recentemente e atrasado o blog LudoBardo (www.vagrantbard.com), do Arthur Protasio, dedicado a “narrativa, games e arte”, onde há excelentes exemplos de como pequenos vídeos podem condensar uma quantidade enorme de ideias de forma divertida.

Já conhecia o trabalho do Arthur no Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV carioca, onde coordena o grupo de estudos sobre games. Mas nem imaginava que ele possuía também um avatar de apresentador de TV nerd, especializado em desbravar a área pouco explorada da análise de jogos eletrônicos a partir de seus elementos propriamente narrativos. No LudoBardo, desde o início de 2011, Arthur já publicou oito vídeos, cada um com cerca de dez minutos de duração. Parece pouco, mas quando prestamos atenção na quantidade de imagens editadas (muitas vezes uma para cada palavra chave) podemos ter noção do número de horas necessárias para sua edição, sem falar em pesquisa e roteiro. O resultado já é uma das mais sérias (sem perder a diversão jamais) reflexões sobre a estética dos games, que pode ser útil para jogadores ou para quem quer investigar os caminhos mais populares da arte contemporânea.

(Fonte: O Globo – Página 2 do Segundo Caderno. 14 de outubro de 2011)





LudoBardo: Jogos de Luta e Sucessos Embutidos

29 09 2011

Dessa vez, no oitavo episódio do LudoBardo, eu continuo falando sobre as histórias nos jogos de luta.

Essa segunda parte é focada nos sucessos embutidos, ou seja, os jogos de luta que têm bons roteiros e fazem decente integração com a mecânica de jogo – ou jogabilidade, se preferir. Eu ilustro esse cenário com alguns exemplos, como os jogos Mortal Kombat, Fight Night Champion e Def Jam: Fight for NY.

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LudoBardo: Jogos de Luta e Fracassos Embutidos

22 08 2011

Dessa vez, no sétimo episódio do LudoBardo, eu falo sobre as histórias nos jogos de luta.

Essa primeira parte é focada nos fracassos embutidos. Nela eu explico porque muitos jogos de luta possuem péssimas narrativas embutidas e ilustro este cenário com alguns exemplos do jogo Street Fighter 4.

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O Globo: O Novo Jogo da Música

15 08 2011

Recentemente fui entrevistado pelo jornalista Leonardo Lichote para uma matéria sobre “Músicas de Jogos”.

A matéria foi publicada hoje, segunda-feira 15/08, no Segundo Caderno do jornal O Globo e está disponível a seguir:

No princípio, eram quatro notas. Mas nenhum jogador do clássico “Space invaders” (1978), primeiro game a ter uma música de fundo contínua, deixava de notar a melodia ganhando rapidez conforme os alienígenas se aproximavam, adicionando tensão à experiência. Hoje, é mais difícil ainda não se dar conta da importância das trilhas sonoras dos jogos eletrônicos, que se afirma em termos financeiros – o mercado de games deve movimentar US$ 74 bilhões em 2011, segundo a empresa de tecnologia e consultoria Gartner Inc. – e artísticos – a canção “Baba yetu”, composta para “Civilization 4”, ganhou um Grammy este ano, o primeiro para uma música de game; e vários autores renomados de trilhas para cinema, como Danny Elfman e Clint Mansell (“Cisne negro”), trabalham também com jogos.

E, num momento de indefinição dos rumos da indústria fonográfica, vale notar que muitos garotos que amam os Beatles neste início de século XXI chegaram às suas canções via “Beatles: Rock band”, e que o Aerosmith ganhou com “Aerosmith: Guitar hero” mais dinheiro que com qualquer um de seus álbuns – que, aliás, tiveram um aumento de vendas de 40% com o lançamento do game. Read the rest of this entry »





LudoBardo: But That Was Yesterday

15 08 2011

Dessa vez, no sexto episódio do LudoBardo, eu falo sobre o jogo But That Was Yesterday.

Você vai descobrir porque esse simples jogo independente em flash é uma excelente experiência para causar a reflexão por parte do jogador. Fica a recomendação para quem achar que os jogos se resumem a “mecânicas de combate“.

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Participação no Conversas Paralelas: “Narrativas nos Jogos”

11 07 2011

Em abril, fui convidado pelo Leonardo Delarue para participar do podcast Conversas Paralelas.

Aceitei o convite e participei de um podcast muito divertido, mas especialmente reflexivo. Foi uma ótima oportunidade para conversar com o Leonardo e o House (os apresentadores do podcast), ponderar sobre o tema, responder questionamentos e sair de lá com vários outros. Em suma: foi um papo muito legal e intrigante.

Na primeira parte dessa conversa paralela, nós discutimos a narrativa de um ponto de vista mais conceitual e eu expliquei as distinções que adoto como base para o LudoBardo (meu videolog).

Na segunda parte do papo, nós exemplificamos os conceitos da primeira parte com jogos, como GTA, Battlefield, Way of the Samurai, Heavy Rain, Neverwinter Nights, e depois comentamos alguns estudos focados em narrativa.

Escute o Conversa Paralela aqui: Parte 1 + Parte 2

Espere que gostem de ouvir tanto quanto eu gostei de participar!

Obrigado pelo convite, Leonardo!

Foi um excelente prazer!