Participação no Baixo Frente Soco: “Indie Games”

29 03 2011

Dessa vez foi o Bananixo que apareceu na imagem de divulgação em mais um episódio do podcast Baixo Frente Soco.

Dessa vez, no episódio 36, falamos sobre os jogos independentes!  Eu, Ninja Inimigo, Ilapso, Mestre Splinter, KillerAsus (vulgo, Bruno Baère do Pizza Frita) discutimos se no passado era mais fácil desenvolver jogos que hoje em dia, como é importante não ser flatulento no cotidiano e o que Minecraft tem de tão especial.

Fica aqui o meu agradecimento! Pra variar, foi um excelente prazer.

 

Escute e acompanhe o Baixo Frente Soco aqui.

Duração: 90 minutos independentes





LudoBardo: Mafia 2

15 03 2011

Dessa vez, no quarto episódio do LudoBardo, eu falo sobre o jogo Mafia 2.

Depois de analisar Far Cry 2, que é um ótimo exemplo de narrativa emergente, chegou a hora de analisar uma excelente experiência de narrativa embutida. Ao falar de Mafia 2 eu faço conexões com obras famosas do gênero como Poderoso Chefão e a série The Sopranos, mas também explico o que os filmes Tropa de Elite e os jogos Mafia têm em comum quando o assunto é identificação com um personagem.

Divirta-se, comente e critique! :)

Capiche?





Participação no Baixo Frente Soco: “O Horror de Sobreviver!”

19 02 2011

O filho pródigo retorna à casa. Só que nesse caso a casa é mais um episódio do podcast Baixo Frente Soco.

Dessa vez, no episódio 31, falamos sobre o gênero de survival horror dos jogos eletrônicos.  Eu, Ninja Inimigo, Ilapso, Mestre Splinter, Senhor da Eternidade e a Sociopata Digital (vulgo, Bebs do Girls of War) discutimos as distintas características do gênero e citamos vários jogos ilustram o ato de sentir medo e tensão.

Fica aqui o meu agradecimento e um incentivo para que todos curtam uma adrenalina saudável.

Escute e acompanhe o Baixo Frente Soco aqui.

Duração: muitos min de adrenalina saudável.





Ghouls Não Choram

11 02 2011

O conto que segue adiante foi elaborado para a “Promoção Conto Pós Apocalíptico” do blog Girls of War. Foi uma divertida oportunidade para escrever uma “fanfic” em até 4 mil caracteres (basicamente 1 página de word) sobre o universo da série Fallout. Contudo, por esse mesmo motivo, vale destacar que alguns termos podem ser desconhecidos àqueles que nunca jogaram ou não conhecem o universo da série, especialmente o cenário retratado no jogo Fallout 3. Os termos não traduzidos estão em negrito. Divirtam-se!

Desde a minha infância exibi potencial para desbravar as terras ermas. O fato de continuamente me esconder, de me mover velozmente e não fazer barulho são características que me acompanham desde que eu me entendo por gente. Quer dizer, eu e minha vila. Não foi nenhum espanto, portanto, quando me designaram como batedor. Há anos exerço essa função, e há anos corro o risco de morrer ao vasculhar o que restou das terras de meus antepassados por comida, ferramentas, armas e qualquer coisa que possa ser útil para a sobrevivência do meu povo.

Contudo, nem só de sobras vive o homem. Parte essencial da nossa motivação, conhecimento e entretenimento vem dos livros que arrumamos em nossas viagens. É inegável o fato de que aprendemos muito com essas compilações de papel marrom e tinta quase apagada. As histórias de como nossos antecendentes viviam em um mundo completamente diferente – sem água radioativa e garras-da-morte – sempre me intrigou. Não eram apenas momentos de escapismo, mas também de esperança, por serem obras que nos informavam de um mundo que os avós dos nossos pais conheceram, onde plantas eram capazes de crescer em variadas cores e a poeira não se infiltrava por qualquer fresta.

No entanto, ao passo que, em mim, os livros causavam a vontade de não arriscar minha vida passeando fora da vila, nos jovens os elaborados e fantásticos contos os deixavam apenas mais afoitos para se aventurar. Nossa biblioteca era reduzida, e as mesmas histórias, lidas repetidas vezes, continuamente inflamavam os espíritos de nossos filhos. Por isso, quando ouvi falar da existência de um suposto “livreiro” na região, não hesitei em procurá-lo. Era a peça chave para expandir o repertório de nossos leitores. Read the rest of this entry »





LudoBardo: Far Cry 2

7 02 2011

Dando continuidade ao LudoBardo, meu vlog de narrativa em jogo eletrônicos, lancei o terceiro episódio.

Agora, contando com os conceitos de narrativa emergente e embutida, eu analiso a narrativa do jogo Far Cry 2. Apliquei esses conceitos da narrativa criticamente e fiz uma comparação com o filme Diamante de Sangue (de 2006), que também se passa em um contexto de guerra civil em um país na África, e demonstra ser uma importante influência para o jogo.

Divirta-se, comente e critique! :)

This is Africa!





LudoBardo: Games e Narrativa

17 01 2011

Meu interesse por narrativa sempre foi evidente e crucial na minha vida.

Desde pequeno, sempre gostei de ouvir histórias. Originado na infância, esse hábito continuou comigo, e hoje – o que antes podia se resumir a “contos de fadas antes da hora de dormir” – se manifesta por meio de livros que leio, filmes a que assisto, jogos com os quais interajo e experiências que vivo. Junto com esse interesse por ouvir e descobrir novas histórias, sempre esteve meu envolvimento com jogos eletrônicos – e graças ao RPG (analógico) Dungeons & Dragons, conheci a figura do bardo. Pouco tempo depois, ainda na infância, veio a necessidade criativa de me expressar por meio de prosa, poesia e roteiros, e contar também as minhas histórias. Enfim, desempenhar o meu papel de Bardo.

Motivado por esses elementos que efetivamente uniram meu amor por narrativa com a minha paixão por jogos (e o “empurrãozinho” de alguns amigos), optei por criar um vlog dedicado à análise de narrativa em jogos eletrônicos. Para mim, os games representam experiências únicas, que despertam uma forte emoção equivalente às emoções vividas em outras mídias. Chegou a hora de mostrar por que não podemos dispensá-las.

Surge o LudoBardo. O lúdico fica por conta da minha persona jogadora e desenvolvedora, enquanto a narrativa fica por conta do Bardo. Todos os dois amparados por pesquisa.

Confira os dois primeiros episódio em que eu explico a distinção entre Narrativa Embutida e Narrativa Emergente, e como isso servirá para analisar jogos eletrônicos.

As partes são divididas, como o título mostra, entre teoria e prática. Acompanhe os próximos episódios no canal http://www.youtube.com/user/VagrantBard.





Participação no Baixo Frente Soco: “O Gatilho Crônico Sinéééstro!”

10 01 2011

Dedico esse post ao sinéééstramente divertido podcast do Baixo Frente Soco.

Mais uma vez, tive a oportunidade de participar de um episódio (dessa vez o 25) ao lado de personalidades como Ninja Inimigo, Ilapso, Mestre Splinter, Senhor da Eternidade e Granveil.

Conversamos sobre um dos melhores (e mais nostálgicos) RPGs de todos os tempos: Chrono Trigger. Começamos falando sobre o processo de desenvolvimento, seguindo para a história do jogo, analisando cada um dos personagens e depois discutimos os diferentes finais e outras ramificações do jogo (como a trilha sonora).

Fica aqui o meu agradecimento. Wawaweewa!

Escute e acompanhe o Baixo Frente Soco aqui.

Duração: 1h e 55min.