When I manifest myself through my works, be it reading, writing or playing; be it telling a story or commenting one, it is not in order to oppose myself to something, but rather express my feelings toward something else (which I enjoy). There is no say without an opinion, but the marvel of it all is to stimulate debate, not settle it.
By debating, we are nothing more than “point of views” sharing each their own perspective and acting collaboratively towards shaping one polished result and the birth of new ideas.
No dia 10 de junho eu participei do evento Crie Futuros no NAVE (Núcleo Avançado de Educação). Um movimento transdiciplinar semeador de imagens de futuros desejáveis para motivar, orientar escolhas e inspirar inovação que dedicou um dia para a questão dos games. O encontro multinacional aconteceu nas instalações da Oi Futuro, no Rio de Janeiro, e foi transmitido simultaneamente para outros sete países, com a participação presencial e online de “crie-futuristas”.
Crie Futuros & Games
Foi sem dúvida uma ótima experiência poder participar e representar o Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV, que é o centro de pesquisa do qual faço parte. Foi um momento ideal para mostrar para a sociedade que os jogos são uma ferramenta que pode ser utilizada para diferentes finalidades, mas precisa – antes de mais nada – ser compreendida como um veículo da expressão cultural e artística. Junto, participando ativamente, estavam figuras aliadas da indústria nacional de jogos eletrônicos como Guilherme Xavier desenvolvedor do Capoeira Legends; Yves Albuquerque, Marcos Venturelli e Bruna Lombardo da Magus Ludens; Roger Tavares do GameCultura e figuras externas como Marcio Burochowsky da Campus Party e Adailton Medeiros do Ponto Cine.
Acho que a melhor parte foi o agradecimento de uma pessoa que ao final do evento veio me falar que sua visão sobre os supostos (inserir adjetivo negativo)games havia mudado.
The “trend” of exploring the depth of secondary characters is one that is gaining much attention these days. I have nothing against it, in fact I embrace it as well. After all, one of the best ways of exploring a common theme is by revealing to the audience how characters relate to specific events.
In this short-series game adaptation (not made by Uwe Boll) of Half-Life 2, the Purchase Brothers reveal, through their $500 budget cinematography, how those secondary characters you met throughout City 17 have their own stories. Check out what happens after Mr. Freeman deals destruction to the Combine.
Neste fim de semana, do dia 30 de janeiro a 1º de fevereiro, aconteceu o Global Game Jam. O evento foi realizado pela primeira vez no mundo inteiro, em mais de 20 países, propondo uma maratona de desenvolvimento de jogos eletrônicos (games). No Brasil, as regiões de Rio de Janeiro, Recife e São Carlos participaram. Equipes de até 3 membros contaram com um prazo de 48 ininterruptas horas para entregar um jogo pronto no domingo.
A abertura do evento, na Universidade Federal Fluminense (UFF) no estado do do Rio de Janeiro, contou com instruções vindas de um dos organizadores do evento, Esteban Clua, uma palestra lúdica com uma visão geral do processo de desenvolvimento de um jogo, por Guilherme Xavier, e um informativo vídeo (vide abaixo) da IGD, apresentado pelo Kyle Gabler, com dicas para desenvolver o jogo em curto prazo.
Durante o evento foi incentivado o uso de software livre, embora as equipes pudessem usar seus próprios computadores e softwares de preferência. As máquinas da instituição contavam com acesso à internet e recursos como Blender, Gimp e Java. Todos jogos foram obrigatoriamente desenvolvidos em XNA (Framework da Microsoft) e estão disponíveis gratuitamente, por categoria, no site oficial do evento, que está licenciado em Creative Commons.
A título de opinião, o evento pode representar várias coisas para várias pessoas. Para mim, é uma divertida, porém desesperadora forma de colocar a mão na massa e aprender como as coisas funcionam na prática (em um prazo muito reduzido). Isso foi reforçado no evento e eu faço questão de apoiar, é o momento de exercer a lógica “indie” da criatividade experimental, não a clássica fórmula implementada em lançamentos milionários.
Não pude participar dessa vez, mas ano que vem eu garanto perder meu sono. :)
Para quem perdeu, abaixo segue o keynote de apresentação:
A peça Senteça: Game Over foi sublime. Para quem não sabe do se trata:
Uma peça, produzida por nós do CTS, escrita e dirigida por mim e atuada por cosplayers, criticando a sentença judicial que proibiu o Counter-Strike e o Everquest ano passado aqui no Brasil.
Vodpod videos no longer available.
Isso aconteceu no dia 5 de julho, no Descolagem e a versão exibida é a oficial da Oi Futuro. Assim que eu conseguir o material da gravação, farei uma versão legendada (português e inglês).
–
Obs: Não é o Wally, mas é possível achar o Bardo vestindo uma camisa preta com três cogumelos do Mario.
E sim, caso você tenha percebido o estilo visual, a animação é produzida por Trey Parker and Matt Stone, os criadores de South Park. Irônico? Creio que não.
As already known, I’m a fan of Daft Punk. Being one since 1997, the sound of Around the World (among other tunes), eletronic beats, and synthesized melodies never stopped being my favorite musical preferences.
In 2003, Interstella 5555 was released. The animation gave Daft Punk’s album, Discovery, a whole new feel, accompanied by the art of japanese studio Toei Animation which set a no-dialog narrative from the first to last track. Amazing.
Now, in 2008, although shorter, that same experience returns. Kap10Kurt‘s “keytar-and-drums digital art” makes it into animation. Produced by french studio Mathematic, the song Danger Seekers, has its own video clip, being already defined as something in between manga and “motion design”. I simply define the combination as sublime…both audio and visually.